Por que você deve fotografar o Dia das Mães (antes que passe)
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Tem coisas que a gente só entende depois que já virou memória
O Dia das Mães costuma chegar como qualquer outra data. Às vezes com almoço em família, às vezes mais simples, às vezes passando quase sem perceber.
E justamente por isso ele passa.
Sem registro. Sem pausa. Sem a consciência de que aquele momento, do jeito que é hoje, não vai se repetir.
Existe um padrão silencioso dentro das famílias: as mães estão sempre presentes, mas quase nunca estão nas fotos.
São elas que organizam, que chamam, que registram no celular.
Mas quando se olha depois, elas não estão ali da forma que deveriam.
Não por falta de importância.
Mas porque ninguém parou para construir esse registro com intenção.
Fotografar o Dia das Mães não é sobre fazer um ensaio temático.
É sobre reconhecer um momento que já está acontecendo.
O colo que é rotina.
O cuidado que ninguém vê.
A presença constante que, muitas vezes, passa despercebida no dia a dia.
Quando isso é fotografado, deixa de ser algo comum.
Passa a ser memória.
E a memória tem um comportamento curioso.
Ela cresce com o tempo.
O que hoje parece simples, daqui a alguns anos ganha outro peso.
Outro significado.
Porque as fases mudam. As relações mudam.
E aquilo que era cotidiano deixa de existir da mesma forma.
Não é sobre produção.
Não é sobre cenário.
Não é sobre fazer algo grandioso.
É sobre não deixar passar.
Porque depois, quando a vontade de ter esse registro aparece,
o momento já mudou.
E não volta mais.
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