Como foram as sessões de Dia das Mães aqui no estúdio
Compartilhe
Não foi sobre fotografia. Foi sobre presença
As sessões de Dia das Mães sempre têm algo em comum.
Elas começam com expectativa.
Mas se transformam em algo muito mais simples.
E mais verdadeiro.
Ao longo dos dias, o que mais apareceu não foram poses.
Foram pausas.
Momentos em que ninguém estava tentando acertar.
Só estavam ali.
Um abraço que demorava um pouco mais.
Um olhar que não precisava ser direcionado.
Uma criança que se aproximava sem ninguém pedir.
Cada família chegou de um jeito.
Algumas mais tímidas.
Outras mais soltas.
Algumas ainda entendendo o espaço, outras já à vontade desde o início.
E nenhuma precisou se encaixar em um padrão.
Porque o ensaio não exige isso.
Ele acompanha.
O estúdio estava preparado, como sempre.
Luz organizada, ambiente ajustado, tudo no lugar.
Mas, no fim, isso é só base.
O que realmente constrói a imagem é o que acontece dentro desse espaço.
E isso não se controla totalmente.
Se observa.
Talvez o mais forte dessas sessões seja o que não foi dito.
O que aparece em detalhes pequenos.
Na forma como uma mãe segura o filho.
Na forma como uma criança procura esse colo.
Na proximidade que já existe, mesmo sem direção.
Quando as fotos ficam prontas, elas não mostram só um ensaio.
Mostram um momento que já existia, mas que agora foi visto com mais atenção.
E é isso que dá valor.
Não é o cenário.
Não é a data.
É o que foi vivido ali dentro.
Como funciona a entrega das fotos no estúdio Josef Ponciano?
Quanto custa um ensaio fotográfico em Riozinho, Rolante e Taquara?
Fotografia de Estúdio em Riozinho e Rolante: memórias únicas registradas com sensibilidade
Chá de Bebê: Como Criar uma Festa Memorável (e Registrar Cada Sorriso!)